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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Você Sabia? (6)



Roberto Perfumo, vulgo Marechal, foi um dos melhores zagueiros

do futebol argentino. Mesclava talento, temperamento forte e muita raça, o que fizeram dele titular indiscutível da seleção Argentina por mais de dez anos, além de ser considerado por muitos veículos esportivos como uns dos melhores do mundo em sua posição.

Jogou no Cruzeiro de 1971 á 1974 (fez 138 jogos), onde conquistou os Campeonatos Mineiro de 1972, 1973 e 1974.

Os torcedores novos não o conhecem, mas meu pai (Detetive Azul) fala que ele era um excelente zagueiro. Inclusive está na escalação do time do sonhos dele.


Quer saber mais? Dá uma olhada nesta entrevista do Perfumo ao PORTAL 5 ESTRELAS:

http://www.portal5estrelas.net/colunistas_publicacao.php?Cod=169

Priscila Andrade (filha do detetive azul)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Você Sabia? (5)

O goleiro Fábio está preste a conseguir a marca de 400 jogos pelo Cruzeiro, sendo o segundo goleiro que mais atuou com o manto celeste.

Você sabe quem é o goleiro que mais vestiu a camisa 1 celeste?


Trata-se de Raul Guilherme Plassmann, mais conhecido como Raul Plassmann. 
Nosso arqueiro tem 557 jogos disputados com a camisa celeste, e a incrível história da famosa camisa amarela, que teve ínicio na sua estréia pelo Cruzeiro, em 1965, como não havia uma camisa de goleiro que vestisse em Raul, este teve de tomar emprestada uma camiseta amarela. Na época, o uniforme preto era padrão de todos os goleiros, de modo que a camisa amarela de Raul acabou chamando muita atenção.

Todavia, apesar de uma tentativa inicial de ridicularizar seu nome, Raul não se deixou abater e começou a se destacar com boas atuações. Dessa forma, o que antes fora motivo de escárnio, passou a ser encarado como um talismã pela torcida cruzeirense e, assim, Raul não pode mais abandonar o uniforme amarelo.
Com a camisa do Cruzeiro, o goleiro Raul ganhou a Taça Brasil de 1966, Libertadores de 1976 e mais 10 Campeonatos Mineiro. 

Raul como Fábio, foi injustiçado na Seleção, onde chegou a disputar 17 partidas, porém não foi convocado para a Copa do Mundo de 1982 por opção do técnico Telê Santana.
Atualmente o ídolo celeste trabalha nas categorias de base do Cruzeiro, onde é  responsável pela subida de categoria dos atletas pratas da casa,  e pela revelações de futuros goleiros.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Você Sabia? (3)

O Rei dos Atleticanos foi CELESTE


Uma das coisas mais engraçadas é quando o sofredor atleticano enche a boca pra falar do Reinaldo. Quase encerrando sua carreira foi contratado pelo Cruzeiro Esporte Clube. Faltando mais de um mês para estrear o atacante deu essa entrevista: "quero me tornar o Rei Azul". Ainda disse ao jornalista que a torcida do Cruzeiro era mais vibrante e que empurrava o time mais do que a torcida do time que ele jogava anteriormente na cidade. No dia 27/09/86, contra o Rio Branco-ES o jogador fazia seu primeiro jogo com a camisa celeste.
O jogador entrou em campo com seus dois filhos, Daniel e Tiago, devidamente paramentados com o uniforme completo celeste, como todos os torcedores mirins.
Apesar da grande festa a passagem de Reinaldo pelo Cruzeiro foi muito fraca. Não ganhou sequer um título e, em poucos jogos foi para o banco de reservas. Assim, com poucos jogos, Reinaldo encerrou sua carreira no Cruzeiro.
Sobre jogar no rival, vejamos os depoimentos do SORÍN e o ALEX (Talento Azul)

"Acho que passar de um clube onde me sinto tão identificado e a torcida me deu tanto carinho seria trair. Jamais jogaria no Atlético-MG nem no Boca". Sorín 



Em sua conta pessoal no Twitter, Alex foi perguntado se algum dia defenderia o Atlético-MG, mesmo sendo um ídolos da torcida arquirrival. A resposta foi direta. "Isso não vai acontecer. Respeito o Galo e sua torcida, mas minha história é celeste. Nada vai apagar ou manchar o que vivi ali. Minha história sempre foi de respeito aos outros. Jogar no Galo seria desrespeitar o lado azul". Alex

EIS a DIFERENÇA!! 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Você Sabia? (2)


Nosso amado clube foi fundado em 1921 com o nome de Sociedade Esportiva Palestra Itália. Em 1942 no contexto da Segunda Guerra Mundial, o clube foi pressionado a mudar o nome que fazia referência a um dos inimigos do país. Sendo assim por uma semana ele se passou a chamar Palestra Mineiro e posteriormente YPIRANGA. 

Finalmente, no dia 7 de outubro de 1942, em uma reunião entre sócios e dirigentes, foi aprovado o novo nome: Cruzeiro Esporte Clube. Uma homenagem ao símbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul, o nome do maior time de futebol de Minas Gerais foi sugerido pelo ex-presidente do Clube, Oswaldo Pinto Coelho.


CURIOSIDADES

Vocês sabiam que a maior goleada em Campeonato Mineiro é do Cruzeiro?

Atualmente, quatro recordes estabelecidos pelo Cruzeiro (Palestra Itália) no Campeonato Mineiro ainda permanecem intactos após 71 anos. Estas marcas aconteceram no Campeonato de 1928, quando o Cruzeiro aplicou a maior goleada da história da competição ao bater o Alves Nogueira, de Sabará, pelo placar de 14 a 0. No entanto, este recorde vem sendo dividido com o América M.G, que também bateu o Palmeiras, de Belo Horizonte, pelo mesmo placar no mesmo Campeonato de 1928.


Vamos as outras marcas:

1) Ninão: o maior artilheiro da história do Campeonato Mineiro.
Outra marca estabelecida pelo Cruzeiro em 1928 foi o da artilharia. Naquele Campeonato, o atacante cruzeirense, Ninão, marcou 43 gols tornando-se o maior goleador da história do Campeonato.

2) Ninão: o maior artilheiro em uma só partida
O atacante João Fantoni, o Ninão, também estabeleceu uma marca mundial no Campeonato de 1928, quando marcou 10 dos 14 gols da histórica goleada do Cruzeiro sobre o Alves Nogueira.

3) O melhor ataque de todos os tempos:
No mesmo Campeonato o ataque campeão do Cruzeiro que era formado por Piorra, Ninão, Bengala, Armandinho, Zezinho assinalou 99 gols em 15 partidas perfazendo uma média de 6, 6 gols por partida. A maior marca da história do Campeonato.

4) A melhor defesa
No Campeonato de 1969 o Cruzeiro levou apenas 6 gols nas 30 partidas que disputou perfazendo uma média de 0,2 gols por partida. Foi a melhor marca alcançada pela defesa do time em toda a história da competição. Os protagonistas deste feito foram Raul, Pedro Paulo, Raul Fernandes, Mário Tito, Fontana, Darci, Wanderley e Neco.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Você Sabia?

A partir de hoje o Blog Mundo Azul semanalmente vai trazer curiosidades e fatos da história do CRUZEIRO ESPORTE CLUBE.

Começamos hoje com o dia em que Garrincha jogou 
pelo Cruzeiro.



O acaso e a falta de vontade dos dirigentes do Democrata de Governador Valadares proporcionaram ao Cruzeiro um momento histórico, em 30 de janeiro de 1973: contar em seu ataque, por um jogo, com o bicampeão mundial Garrincha, um dos maiores jogadores da história do futebol. O Anjo das Pernas Tortas, já sem brilho, embora insistisse em permanecer em campo, estava de passagem pela cidade, depois de ter participado, em Jequitinhonha, do amistoso de inauguração do estádio local. E foi oferecido ao clube valadarense, para fazer um jogo contra o misto celeste, por CR$ 200 (duzentos cruzeiros), nas comemorações do 35º aniversário de emancipação política do município. 

“O Aílton Dias, radialista e empresário do Garrincha, disse que um diretor lhe respondeu que, para vestir a camisa do Democrata, o ex-jogador teria de pagar ao clube, e não o clube a ele. Então, o Benecy Queiroz, técnico do misto do Cruzeiro (o treinador principal era Ílton Chaves), que estava concentrado para o jogo. Foi explicado a situação e, do hotel, ligaram para o Carmine Furletti (vice-presidente celeste). Ele topou na hora, afirmando que seria uma honra o Garrincha jogar pelo Cruzeiro. E não se discutiu dinheiro”, recorda o administrador de empresas aposentado Ubiracy Conceição de Brito, que acompanhou o ídolo por quatro dias na região. 

Segundo ele, o acordo foi feito às 22h, na véspera do jogo. Por anúncios numa emissora de rádio e carros de som, a população foi avisada da novidade. Entendendo que a desfeita do Democrata merecia troco, Brito convenceu um comerciante a abrir sua loja em pleno feriado, conseguiu uma camisa da Seleção Brasileira e orientou Garrincha a entrar no gramado com ela, tendo por baixo a do Cruzeiro. Pouco antes da partida, o ilustre convidado tirou a camisa amarela e deu-a a Luís Alves Lopes, o Luisinho, capitão da Pantera. 
Foi muito ruim fomos vaiados pela nossa própria torcida. Foi um ato de desagravo e, de certa forma, a gente entende. De qualquer forma, foi gratificante jogar com o Garrincha”, lembra Luisinho, hoje advogado e professor da Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce. “Comprei a camisa com esse objetivo. Fiquei com raiva da atitude do Democrata. Dito e feito. Fizemos o negócio e eles entenderam o recado”, conta Brito, atualmente conselheiro do clube. 

Com o “reforço” em campo no primeiro tempo, o Cruzeiro venceu por 3 a 0. O público não foi divulgado, mas a renda ultrapassou CR$ 15 mil. “A presença do Garrincha encheu o estádio”, rememora Luisinho. Aplaudido, Mané teve participação no primeiro gol, ao cruzar da direita para a conclusão de Aender . Evaldo, que lutava para voltar ao futebol, após ter fraturado a perna em 1971, acabaria marcando os demais gols.


 
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